PARABADMINTON

PARABADMINTON

HISTORICO DO PARABADMINTON

O Parabadminton (PBd) é um esporte adaptado para pessoas com deficiência que foi desenvolvido em 1995, na cidade de  Stoke Mandiville- Inglaterra. A modalidade foi estruturada pela Associação Internacional de Badminton para Deficientes – IBAD (International Badminton Association for Desability) fundada em 1999, com o intuito de oportunizar a prática pelas pessoas com variadas deficiências. As regras do Parabadminton são as mesmas do Badminton convencional, regidas pela Federação Mundial de Badminton (BWF), que é responsável pelo desenvolvimento, regulamento e gestão de ambos.

O Parabadminton foi trazido para o Brasil pelo professor Létisson Samarone, de Brasília – DF, atual Diretor do Badminton Adaptado em nosso país. No Brasil, a grande conquista da modalidade foi a criação de uma diretoria dentro da Confederação Brasileira de Badminton (CBBD), em outubro de 2009, onde o Parabadminton passou a ter uma estrutura organizacional que trabalha aliada a estrutura já existente na Confederação, servindo de base para o esporte.

No Paraná, a Parabadminton se desenvolveu inicialmente na Associação Toledense dos Atletas em Cadeira de Rodas (ATACAR), criada em Agosto de 2006 em Toledo-PR, onde foi fundado o projeto Atacar/Unipar/Toledo que oferece treinamentos de Parabadminton nas diferentes categorias.

CARACTERÍSTICAS DA MODALIDADE

As principais adaptações desta modalidade estão relacionadas às categorias ou classes, nivelando os atletas de acordo com sua deficiência; à quadra (diminuição da área de jogo quando necessário, ou seja, no caso dos atletas que utilizam cadeira de rodas e dos atletas com comprometimento predominante dos membros inferiores); e equipamentos adicionais (cadeira de rodas específica para a modalidade, muletas e próteses).

O esporte oferece seis categorias ou classes e os atletas participantes de competições, devido aos diferentes graus de comprometimento, precisam passar pelo processo de classificação funcional, sistema que tenta garantir o princípio de igualdade de condições de disputa. Desse modo os atletas competem dentro de suas classes, definidas de forma específica por modalidade.

Dentre as categorias, duas são para usuários de cadeiras de rodas, decorrentes de: lesão medular, poliomielite, espinha bífida, paralisia cerebral, distrofia muscular, amputações, esclerose múltipla, entre outras; e quatro classes para pessoas que não necessitam do uso de cadeira de rodas, decorrentes de: amputações, paralisia cerebral, paralisia infantil, acidente vascular cerebral, malformações, lesões de plexo braquial, síndromes, nanismo, entre outras.

As classes para usuários de cadeira de rodas (UCR) são divididas em WH1 e WH2 (W de wheelchair, que significa cadeira de rodas, em inglês), e as demais classes, para as pessoas que andam, são divididas em SL3, SL4, SU5 e SS6 (S de standing, que significa “em pé”, em inglês). Nas categorias do Parabadminton é possível jogar individualmente, em dupla feminina ou masculina e em dupla mista. Em alguns campeonatos estaduais o regulamento permite a disputa entre categorias diferentes, depende no número de inscrições do campeonato e do regulamento específico.

EQUIPAMENTOS OFICIAIS

PETECAS

 

PARABADMINTON

Enquanto a maioria dos esportes utiliza uma bola como objeto de disputa de jogo, no badminton e parabadminton, esse objeto é uma peteca que, apesar de frágil, é aerodinamicamente eficiente. As petecas utilizadas em competições pesam entre 4.74 e 5.50 gramas.
Existem dois tipos de petecas: as TRADICIONAIS (feitas com penas de ganso) e as SINTÉTICAS (feitas de nylon), ambas possuem bases esféricas feiras

de cortiça ou poliuretano, nas quais são fixadas 16 penas ou, no caso das petecas sintéticas, fixa-se uma “saia” de nylon.

Jogadores profissionais utilizam apenas petecas de penas de ganso, que só duram algumas disputas de pontos, pois as penas não suportam os golpes por muito tempo. Já as petecas sintéticas são mais utilizadas para treinamentos e pelos jogadores amadores e iniciantes, em função de seu preço mais acessível e maior durabilidade em relação às petecas tradicionais de penas de ganso.

Seja qual for a peteca escolhida, certifique-se que ela foi testada para alcançar a velocidade correta necessária no local onde se realizarão as partidas. A velocidade da peteca está associada à pressão atmosférica e à temperatura ambiente do local onde o Badminton/Parabadminton será praticado, em outras palavras, com a resistência do ar e altitude. Em outros países, a peteca é também conhecida pelos nomes de Pluma, Volante, Shuttlecock e Bird.

PARABADMINTON

PETECA: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Peso da peteca: 4,74 a 5,50 g.
Diâmetro da base: 2,5 a 2,8 cm
Diâmetro da saia: 5,8 a 6,8 cm
Composição da base: cortiça natural ou poliuretano envolvido com couro branco
Pena: 16 unidades uniformes
Altura da Pena: 6,2 a 7 cm fixadas à base
Altura da Peteca? 9 a 9,8 cm.

PARABADMINTON

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

A raquete é o principal equipamento do Badminton e do Parabadminton, muito importante para auxiliar no bom desempenho do atleta em quadra.

Segundo a Confederação Brasileira de Badminton, a escolha da raquete ideal para cada estágio do atleta, ajuda no treinamento e adaptação. Por exemplo, para os iniciantes, recomendam-se raquetes de aço e alumínio para que os jogadores se adaptem ao esporte, e com o tempo podem adquirir uma raquete mais leve, como as de grafite.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Peso: 85 a 110 g.
Comprimento: 67 cm
Empunhadura: 8.6 a 9.2 cm.

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

QUADRA E REDE

 Enquanto esporte oficial, para treinamentos e competições o Badminton/Parabadminton deve ser praticado em quadra coberta sem intervenção de correntes de ar. Como prática de lazer e recreação, pode ser praticado em qualquer ambiente.

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

PARABADMINTON NA UMPM

O Parabadminton é modalidade recente na UMPM, suas atividades tiveram início em maio de 2017, pela iniciativa de um acadêmico do curso de Educação Física da UEM, Gabriel Henrique Ornaghi de Araujo, e do professor Welton Gustavo de Souza Pintor. Gabriel é estagiário e membro do PROAFA/UEM– Programa de Atividade Física Adaptada, e Welton é licenciado e bacharel em Educação Física. Ambos são também atletas de Badminton, fato que despertou a motivação em impulsionar a modalidade adaptada, atualmente desenvolvida por meio de trabalho voluntário.

As atividades desta modalidade ocorrem no bloco M07 do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (DEF/UEM), todas as terças-feiras no período das 19h30min as 21h00min.

Atualmente, os paratletas participantes são três deficientes físicos, sendo dois com deficiência adquirida por amputação de membro inferior e um com deficiência congênita proveniente da paralisia cerebral, os três utilizam cadeira de rodas específica para prática esportiva adaptada e são classificados como UCR WH2. As atividades são desenvolvidas com o objetivo de promover a participação dos atletas em competições em nível de rendimento, bem como oportunizar a prática e a inclusão social para deficientes participantes do Programa de Atividade Física Adaptada (PROAFA-UEM) desenvolvido com o apoio da União Metropolitana Paradesportiva de Maringá (UMPM).

 

PRINCIPAIS CONQUISTAS

 

  • 3ª Etapa Paranaense de Badminton e Parabadminton realizada entre os dias 07 e 10 de setembro de 2017, na cidade de Curitiba-PR. Resultados Atletas UMPM/Parabadminton

 

Categoria: Simples Masculino Welcheer/ wh1

1º Lugar: Adriano Correia Gonçalves dos Santos

2º Lugar: Guilherme Alves Lourenço

3º Lugar: Derik Luiz Burbella

Categoria: Duplas Masculino Welcheer/ wh1

1º Lugar: Guilherme Alves Lourenço e Derik Luis Burbella.

O atleta Derik Burbella, o técnico Welton e técnico auxiliar Gabriel, o presidente da UMPM Paulo R. Rossi juntamente com  o Secretário de Esportes e Lazer de Maringá Valmir Augusto Fassina e o vice-presidente da BFP – Federação Paranaense de Badminton,  que presenteou o município com algumas raquetes e petecas para estimular a prática da modalidade (Badminton/Parabadminton) na cidade de Maringá. A ocasião foi o projeto “Vem Pra Vila”, um evento realizado pela Prefeitura Municipal de Maringá que tem como objetivo divulgar as atividades esportivas e culturais que acontecem na cidade, proporcionando um momento de apreciação e aproximação com a comunidade.

PARABADMINTON

PARABADMINTON

HISTORICO DO PARABADMINTON

O Parabadminton (PBd) é um esporte adaptado para pessoas com deficiência que foi desenvolvido em 1995, na cidade de  Stoke Mandiville- Inglaterra. A modalidade foi estruturada pela Associação Internacional de Badminton para Deficientes – IBAD (International Badminton Association for Desability) fundada em 1999, com o intuito de oportunizar a prática pelas pessoas com variadas deficiências. As regras do Parabadminton são as mesmas do Badminton convencional, regidas pela Federação Mundial de Badminton (BWF), que é responsável pelo desenvolvimento, regulamento e gestão de ambos.

O Parabadminton foi trazido para o Brasil pelo professor Létisson Samarone, de Brasília – DF, atual Diretor do Badminton Adaptado em nosso país. No Brasil, a grande conquista da modalidade foi a criação de uma diretoria dentro da Confederação Brasileira de Badminton (CBBD), em outubro de 2009, onde o Parabadminton passou a ter uma estrutura organizacional que trabalha aliada a estrutura já existente na Confederação, servindo de base para o esporte.

No Paraná, a Parabadminton se desenvolveu inicialmente na Associação Toledense dos Atletas em Cadeira de Rodas (ATACAR), criada em Agosto de 2006 em Toledo-PR, onde foi fundado o projeto Atacar/Unipar/Toledo que oferece treinamentos de Parabadminton nas diferentes categorias.

CARACTERÍSTICAS DA MODALIDADE

As principais adaptações desta modalidade estão relacionadas às categorias ou classes, nivelando os atletas de acordo com sua deficiência; à quadra (diminuição da área de jogo quando necessário, ou seja, no caso dos atletas que utilizam cadeira de rodas e dos atletas com comprometimento predominante dos membros inferiores); e equipamentos adicionais (cadeira de rodas específica para a modalidade, muletas e próteses).

O esporte oferece seis categorias ou classes e os atletas participantes de competições, devido aos diferentes graus de comprometimento, precisam passar pelo processo de classificação funcional, sistema que tenta garantir o princípio de igualdade de condições de disputa. Desse modo os atletas competem dentro de suas classes, definidas de forma específica por modalidade.

Dentre as categorias, duas são para usuários de cadeiras de rodas, decorrentes de: lesão medular, poliomielite, espinha bífida, paralisia cerebral, distrofia muscular, amputações, esclerose múltipla, entre outras; e quatro classes para pessoas que não necessitam do uso de cadeira de rodas, decorrentes de: amputações, paralisia cerebral, paralisia infantil, acidente vascular cerebral, malformações, lesões de plexo braquial, síndromes, nanismo, entre outras.

As classes para usuários de cadeira de rodas (UCR) são divididas em WH1 e WH2 (W de wheelchair, que significa cadeira de rodas, em inglês), e as demais classes, para as pessoas que andam, são divididas em SL3, SL4, SU5 e SS6 (S de standing, que significa “em pé”, em inglês). Nas categorias do Parabadminton é possível jogar individualmente, em dupla feminina ou masculina e em dupla mista. Em alguns campeonatos estaduais o regulamento permite a disputa entre categorias diferentes, depende no número de inscrições do campeonato e do regulamento específico.

EQUIPAMENTOS OFICIAIS

PETECAS

 

PARABADMINTON

Enquanto a maioria dos esportes utiliza uma bola como objeto de disputa de jogo, no badminton e parabadminton, esse objeto é uma peteca que, apesar de frágil, é aerodinamicamente eficiente. As petecas utilizadas em competições pesam entre 4.74 e 5.50 gramas.
Existem dois tipos de petecas: as TRADICIONAIS (feitas com penas de ganso) e as SINTÉTICAS (feitas de nylon), ambas possuem bases esféricas feiras

de cortiça ou poliuretano, nas quais são fixadas 16 penas ou, no caso das petecas sintéticas, fixa-se uma “saia” de nylon.

Jogadores profissionais utilizam apenas petecas de penas de ganso, que só duram algumas disputas de pontos, pois as penas não suportam os golpes por muito tempo. Já as petecas sintéticas são mais utilizadas para treinamentos e pelos jogadores amadores e iniciantes, em função de seu preço mais acessível e maior durabilidade em relação às petecas tradicionais de penas de ganso.

Seja qual for a peteca escolhida, certifique-se que ela foi testada para alcançar a velocidade correta necessária no local onde se realizarão as partidas. A velocidade da peteca está associada à pressão atmosférica e à temperatura ambiente do local onde o Badminton/Parabadminton será praticado, em outras palavras, com a resistência do ar e altitude. Em outros países, a peteca é também conhecida pelos nomes de Pluma, Volante, Shuttlecock e Bird.

PARABADMINTON

PETECA: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Peso da peteca: 4,74 a 5,50 g.
Diâmetro da base: 2,5 a 2,8 cm
Diâmetro da saia: 5,8 a 6,8 cm
Composição da base: cortiça natural ou poliuretano envolvido com couro branco
Pena: 16 unidades uniformes
Altura da Pena: 6,2 a 7 cm fixadas à base
Altura da Peteca? 9 a 9,8 cm.

PARABADMINTON

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

A raquete é o principal equipamento do Badminton e do Parabadminton, muito importante para auxiliar no bom desempenho do atleta em quadra.

Segundo a Confederação Brasileira de Badminton, a escolha da raquete ideal para cada estágio do atleta, ajuda no treinamento e adaptação. Por exemplo, para os iniciantes, recomendam-se raquetes de aço e alumínio para que os jogadores se adaptem ao esporte, e com o tempo podem adquirir uma raquete mais leve, como as de grafite.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Peso: 85 a 110 g.
Comprimento: 67 cm
Empunhadura: 8.6 a 9.2 cm.

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

QUADRA E REDE

 Enquanto esporte oficial, para treinamentos e competições o Badminton/Parabadminton deve ser praticado em quadra coberta sem intervenção de correntes de ar. Como prática de lazer e recreação, pode ser praticado em qualquer ambiente.

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

(FONTE: site da Confederação Brasileira de Badminton. Disponível em: http://www.badminton.org.br)

PARABADMINTON NA UMPM

O Parabadminton é modalidade recente na UMPM, suas atividades tiveram início em maio de 2017, pela iniciativa de um acadêmico do curso de Educação Física da UEM, Gabriel Henrique Ornaghi de Araujo, e do professor Welton Gustavo de Souza Pintor. Gabriel é estagiário e membro do PROAFA/UEM– Programa de Atividade Física Adaptada, e Welton é licenciado e bacharel em Educação Física. Ambos são também atletas de Badminton, fato que despertou a motivação em impulsionar a modalidade adaptada, atualmente desenvolvida por meio de trabalho voluntário.

As atividades desta modalidade ocorrem no bloco M07 do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (DEF/UEM), todas as terças-feiras no período das 19h30min as 21h00min.

Atualmente, os paratletas participantes são três deficientes físicos, sendo dois com deficiência adquirida por amputação de membro inferior e um com deficiência congênita proveniente da paralisia cerebral, os três utilizam cadeira de rodas específica para prática esportiva adaptada e são classificados como UCR WH2. As atividades são desenvolvidas com o objetivo de promover a participação dos atletas em competições em nível de rendimento, bem como oportunizar a prática e a inclusão social para deficientes participantes do Programa de Atividade Física Adaptada (PROAFA-UEM) desenvolvido com o apoio da União Metropolitana Paradesportiva de Maringá (UMPM).

 

PRINCIPAIS CONQUISTAS

 

  • 3ª Etapa Paranaense de Badminton e Parabadminton realizada entre os dias 07 e 10 de setembro de 2017, na cidade de Curitiba-PR. Resultados Atletas UMPM/Parabadminton

 

Categoria: Simples Masculino Welcheer/ wh1

1º Lugar: Adriano Correia Gonçalves dos Santos

2º Lugar: Guilherme Alves Lourenço

3º Lugar: Derik Luiz Burbella

Categoria: Duplas Masculino Welcheer/ wh1

1º Lugar: Guilherme Alves Lourenço e Derik Luis Burbella.

O atleta Derik Burbella, o técnico Welton e técnico auxiliar Gabriel, o presidente da UMPM Paulo R. Rossi juntamente com  o Secretário de Esportes e Lazer de Maringá Valmir Augusto Fassina e o vice-presidente da BFP – Federação Paranaense de Badminton,  que presenteou o município com algumas raquetes e petecas para estimular a prática da modalidade (Badminton/Parabadminton) na cidade de Maringá. A ocasião foi o projeto “Vem Pra Vila”, um evento realizado pela Prefeitura Municipal de Maringá que tem como objetivo divulgar as atividades esportivas e culturais que acontecem na cidade, proporcionando um momento de apreciação e aproximação com a comunidade.